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Black Dice faz música eletrônica para o século 21

O nova-iorquino Black Dice, formado por Bjorn Copeland, Aaron Warren e Eric Copeland, faz um som que poderia se chamar de "maximal", dada a quantidade de elementos sonoros produzidos ao vivo. Com uma sonoridade totalmente apoiada pelos meios eletrônicos, eles conseguem construir verdadeiras esculturas sonoras, com elementos primitivos, com batidas bem marcadas, quase mântricas, vocais abstratos, que são sampleados e retrabalhados ao vivo, mas com características orgânicas --muito longe dos timbres mecânicos que as produções nesta área costumam reproduzir.

O grupo, segunda atração do Lab no último dia do Tim Festival, realizado na Marina da Glória, Rio de Janeiro, é contratado do selo DFA, que abriga também LCD Soundsystem, The Rapture e Hot Chip, e faz um show sem artifícios, com luz indireta. Sobre o palco ficam apenas o trio, suas parafernálias eletrônicas e uma parede de caixas acústicas.

A platéia de menos de 200 pessoas que resistiram à apresentação de difícil apreensão para a maioria do público presente ao Festival teve a presença de artista plásticos, que trabalham com sonoridades, como Tunga, Luis Zerbini, Barrão, estes dois últimos pertencentes ao grupo Chelpa Ferro. Para Barrão, o grupo deveria mudar o nome para "Bloco Dice", "porque me lembra um trio elétrico". "Foi um dos melhores shows que já vi na vida", definiu.

Escrito às 04h16 | | envie esta mensagem

EXIGÊNCIAS DE ESTRELA

A produção do Beastie Boys acaba de revelar as exigências do trio nova-iorquino de hip hop quanto a captação de imagens do show. As fotografias só poderão ser feitas nas duas primeiras músicas e sem o uso de flash. Já as emissoras de TV terão direito a nove segundos de gravação do show.  

Escrito às 01h33 | | envie esta mensagem

VIRTUOSISMO

No palco principal, dedicado ao hip hop, DJ Shadow mostra suas colagens sonoras, num show de técnica que conquista o público de quase 4.000 pessoas, fazendo um grande aquecimento para os Beastie Boys.

Já no Lab, com um quarto de ocupação da capacidade de 2.000 pessoas, The Bad Plus, que mistura jazz e rock, deixou a platéia boquiaberta com a energia e estilo do baterista David King. A banda é candidata imediata a grande revelação do Festival para o público brasileiro.

Escrito às 01h28 | | envie esta mensagem

ÚLTIMO DIA NO RIO

O TIM Festival que acontece na Marina da Glória, Rio, tem seu último dia hoje e o público já chega com o resultado final das eleições para presidente e governadores nos Estados em que houve segundo turno.

 

O grande destaque deste domingo (29) é a apresentação, no palco Stage, do trio de hip hop americano Beastie Boys, que começou a carreira no início dos anos 80 e se estabeleceu como um precursor da mistura de rap com elementos do heavy metal e punk.

 

No palco Lab, Caetano Veloso dá uma "palha" do seu novo show, cantando 12 músicas de seu mais recente disco "Cê".


Escrito às 22h06 | | envie esta mensagem

SÃO PAULO

Chris Von Ameln

Começou com mais de meia hora de atraso a noite de shows pop em São Paulo, aproximadamente às 18h30. Já tocaram no Tom Brasil Nações Unidas as bandas Mombojó (foto) e TV on the Radio, que se apresentaram na noite de sábado (28) no Rio de Janeiro.

Hoje ainda se apresentam em São Paulo o grupo Thievery Corporation, o Yeah Yeah Yeahs e a atração mais aguardada da escalação pop do festival, o Daft Punk.

Escrito às 21h03 | | envie esta mensagem

SOCIAL

A noite de sábado no Tim Festival reuniu celebridades globais e do mundo da moda. No show de Patti Smith, compareceram os atores Marcelo Novaes e Marcelo Farias, e no palco Lab, após a apresentação do TV On The Radio, Patrícia Casé, o stylist Felipe Veloso e o estilista André Lima esperavam pelo show da banda americana Thievery Corporation.   

Escrito às 02h01 | | envie esta mensagem

ENGARRAFAMENTO

Enquanto o TV on the Radio fazia o bis com "Ambulance" no palco Lab e Patti Smith terminava sua apresentação no palco principal, a dupla alemã Booka Shade começou a lotar o chamado "palco" Motomix por volta da 1h15.

O espaço é um corredor localizado na entrada da parte coberta da área de convivência do festival. Apesar do dançante eletrohouse executado ao vivo com bateria eletrônica e programação, a apresentação da dupla atraiu gente o suficiente para dificultar bastante a circulação de pessoas, além do desconforto para quem quer dançar no local.

Ontem, o mesmo espaço estava às moscas.

 

Escrito às 01h46 | | envie esta mensagem

VITRINE

Se ontem a década de 70 foi a tônica nos palcos com as roupas meio hippies, devido ao "efeito Devandra" (que se apresentou no palco Lab), hoje duas tendências da moda são bem visíveis pela Marina da Glória: uma é o estilo navy, uma "aposta" para o Verão que se aproxima e que aparece com suas listras em vestidos, camisetas e saias; a outra é o estilo roqueiro, que já vem de outras estações e aparece em camisetas e nas calças justas, tipo skinny, nas cores índigo e preta.

Escrito às 00h50 | | envie esta mensagem

STAGE

E a "avó do punk" Patti Smith começou seu show com a música "Gimme Shelter" dos Rolling Stones. Os shows da cantora são conhecidos por ter momentos performáticos, em que a cantora parece entrar em transe, como um xamã. Patti Smith costuma ainda, durante os shows, ler suas poesias, que têm inspiração no francês Arthur Rimbaud e na poesia beatnik americana.

 

 

Escrito às 00h31 | | envie esta mensagem

DEIZE TIGRONA CANTA COM O BONDE DO ROLÊ

A apresentação do trio curitibano Bonde do Rolê no Tim Festival contou com a participação da funkeira carioca Deize Tigrona, grávida, na música "Solta o Frango", que diz na letra "a gente topa tudo, sapatão ou bigodudo".

O grupo, que faz uma mistura de funk carioca com samples de rock e disco, faz sua primeira apresentação no Rio de Janeiro. Deize Tigrona é conhecida pelo sucesso "Injeção".

O Bonde do Rolê ganhou destaque internacional depois de se tornar o primeiro nome do selo Mad Decent, do DJ e produtor norte-americano Diplo. O trio acaba de chegar de sua segunda turnê pela Europa.

Assista na TV UOL  a apresentação exclusiva do Bonde do Rolê, em que o trio canta "Solta o Frango".

Escrito às 23h35 | | envie esta mensagem

SEGUNDO DIA

A "parada" é na Marina

 

O sol voltou a dar o ar da graça no Rio de Janeiro e a noite promete ser quente. A "parada" ou "paradinha", como os cariocas costumam dizer sobre algum acontecimento, é o show do TV On The Radio, com lotação esgotada.

 

Hoje os destaques são a lendária Patti Smith, que promete até recitar seus poemas, caso o público peça; o trio nova-iorquino Yeah Yeah Yeahs, com a performance de sua vocalista Karen O; TV on the Radio, também de Nova York, que tem Tunde Adebimpe, uma das mais belas e fortes vozes do Festival.

Escrito às 21h52 | | envie esta mensagem

ATRASOS NO PRIMEIRO DIA

Os palcos Lab e principal tiveram atrasos de 1h30 e 1h05, respectivamente, para o início dos primeiros shows. Marcado para as 22h30, a cantora Céu começou o show no palco Lab à 0h, e o Daft Punk, cuja apresentação estava marcada para as 23h, só subiu ao palco à 0h05.

 

Segundo a produção do evento, os atrasos são "normais para um grande evento". O último show do primeiro dia terminou por volta das 4h30 com o bis de Devendra Banhart no palco Lab.

 

Além dos atrasos, houve grandes filas nos poucos caixas dos bares dos dois palcos e muita dificuldade para pegar bebida no balcão.

Escrito às 04h58 | | envie esta mensagem

FAMOSOS

Circulavam pelo Village, área comum do evento, o produtor musical Nelson Motta, o músico Egberto Gismonti e o chef Olivier Anquier.

Gismonti disse que veio para assistir aos shows dos amigos Ivan Lins e Maria Schneider e volta amanhã para a apresentação de Charlie Haden. Já Anquier está aqui para ver o show da dupla malinesa Amadou & Mariam e vai aproveitar para conhecer a música de Céu e Devendra Banhart, que tocam no mesmo palco.
 
No palco LAB teve a principal concentração de famosos do evento: os casais Fernanda Torres e Andrucha Waddington, Aline de Moraes e Sergio Marrone, os músicos Lulu Santos e Arto Lindsay, Camila Pitanga, entre outros.
 
Mas o mais esperado da noite, Caetano Veloso não subiu ao palco, mas conferiu o show de Devendra da platéia.

Escrito às 00h00 | | envie esta mensagem

RIO 20º

Está nublado no primeiro dia do Tim Festival no Rio e faz um frio incomum para esta época do ano. Muita gente está com casaco e alguns até com cachecol.

 

As tendas que abrigam os diferentes shows se organizam em torno de uma praça central, onde é o principal ponto de encontro dos diferentes públicos que virão nos três dias do festival.

ATRASO DE IVAN LINS

Ivan Lins é o primeiro a se apresentar hoje (27) no palco Club. Mas, com poucas pessoas presentes no local até as 20h40, tudo indica que a apresentação, marcada para começar às 20h30, vá atrasar mais. Os shows nesse palco serão em uma tenda mais intimista, com mesas e cadeiras no lugar da pista.

 

Ainda hoje se apresentam a cantora Jennifer Sanon, que tem ilustres fãs como Wynton Marsalis, além do concerto de The Maria Schneider Orchestra, ganhadora do Grammy 2005 de melhor álbum de jazz com "Concert in the Garden". 

Escrito às 21h09 | | envie esta mensagem

HORA DO POGO

Se os Beastie Boys tocarem "Sabotage" (o que é muito provável) no domingo e se o público carioca se comportar como o nova-iorquino do show do Madison Square Garden em 2004, esse vai ser o momento do pogo, dança punk agressiva, com socos e pontapés a atingir quem está próximo.

No show de 2004, registrado no filme "Nossa, Eu Filme Isso!", MCA dedica a música a George W.Bush, uma boa agressão punk.

Escrito às 14h33 | | envie esta mensagem